FLUÍDOS CORPÓREOS
Untada com o mel da paixão.
Molhada de manteiga ou vaselina, de praia
Ou de chuva, de fidelidade e tentação!
Molhada de porra ou de creme,
de borógodó e parangolé, de cuspe ou de lágrima;
banhada em nossa ducha ou em meu mijo!
Molhada, escaldada, currada e devorada!…
E num brinde de orgia, onde fluídos corpóreos
Me embriagam!
Molhada, entusiasmada, tocada e encoxada.
Afogada num mar de rosas ao mergulhar numa relação!
Molhada, calcinha e calçola, minha camisinha, sua camisola,
sua siririca, minha mão.
ME OLHE ENQUANTO TE FODO
Te arreganho e te invado.
Me olhe enquanto te chupo, me chupas,
Te estupro e te enrabo!
Me olhe enquanto te possuo, te cuspo,
Te engulo, te como.
Me olhe enquanto te beijo, te desejo,
Te rasgo e te domo.
Me olhe enquanto te fodo, te masturbo,
Te acaricio e te enlouqueço.
Me olhe enquanto te quero, venero
E te profano em verso e avesso.
From: http://reinodalira.wordpress.com/category/poesia-pornografica/
sexta-feira, 25 de março de 2011
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