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sexta-feira, 25 de março de 2011

Poesia pornográfica

FLUÍDOS CORPÓREOS

Untada com o mel da paixão.

Molhada de manteiga ou vaselina, de praia

Ou de chuva, de fidelidade e tentação!

Molhada de porra ou de creme,

de borógodó e parangolé, de cuspe ou de lágrima;

banhada em nossa ducha ou em meu mijo!

Molhada, escaldada, currada e devorada!…

E num brinde de orgia, onde fluídos corpóreos

Me embriagam!

Molhada, entusiasmada, tocada e encoxada.

Afogada num mar de rosas ao mergulhar numa relação!

Molhada, calcinha e calçola, minha camisinha, sua camisola,
sua siririca, minha mão.


ME OLHE ENQUANTO TE FODO

Te arreganho e te invado.

Me olhe enquanto te chupo, me chupas,

Te estupro e te enrabo!

Me olhe enquanto te possuo, te cuspo,

Te engulo, te como.

Me olhe enquanto te beijo, te desejo,

Te rasgo e te domo.

Me olhe enquanto te fodo, te masturbo,

Te acaricio e te enlouqueço.

Me olhe enquanto te quero, venero

E te profano em verso e avesso.

From: http://reinodalira.wordpress.com/category/poesia-pornografica/

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