Era uma sexta-feira, dia em que muitos faltam a academia (vão à pizzaria ganhar o que perderam malhando). Eu me atrasei e fiz a minha seqüência lentamente, naquele dia estava meio preguiçosa, então quando ainda faltavam três exercícios a academia começou a ser fechada. Estranhei, pois ainda faltava meia hora para o término do expediente. Então, César, o meu instrutor, um rapaz de uns 24 anos, moreno, alto (acho que ele tem mais de 1,80 de altura) e obviamente, saradíssimo se aproximou de mim...
Estou fechando a academia um pouco mais cedo hoje...
- Posso, pelo menos terminar esse exercício? (Eu estava com um halter em cada mão fazendo elevação lateral).
- Claro que pode. Você é a razão pela qual eu fechei a academia mais cedo... Quando ele disse
isso passou a mão de leve no meu bumbum.
Pensei em meter o halter na cabeça dele e sair correndo, mas não consegui fazer nada. Fiquei estática de na frente dele. Ele veio me abraçando, beijando o meu pescoço... Ainda tentei empurrá-lo, mas estava cansada e não tinha força, além do mais há tempos aquele homem maravilhoso fazia parte da minha lista de desejos.
Eu só não imaginava que seria ali e daquela forma... Enfim, me entreguei. Beijamos-nos com toda a volúpia, sarramos loucamente e começamos nos livrar das nossas roupas, bem ali no meio da academia.
O pau dele latejava de tesão, e eu estava doida para ter aquela pica em mim. Mas ele insistia em chupar minha bucetinha raspada, se ele continuasse eu iria gozar em sua boca.
- Eu quero gozar no seu pau!
- Ah! Você quer pica?
- Hã, hã!
- Então, vou arranjar mais duas para você! Venham! (Fazendo gesto com a mão chamando alguém)
Nesse momento eu realmente temi pelo o que fosse acontecer, pois eu nunca havia transado com mais de uma pessoa ao mesmo tempo, mas dali não tinha mais volta.
Eles Chegaram já de pica em punho. Eu estava deitada sobre um colchonete, que usamos quando vamos fazer abdominais, de pernas abertas para a boca de César que continuava a me chupar, enquanto massageava meus peitos.
Os outros dois se agacharam um de cada lado da minha cabeça e assim pude alternar chupadas e punhetas entre eles.
Eu, literalmente, implorei para que César me fodesse, mas ele apenas me respondeu com sorrisinho safado e continuou a me chupar. Não agüentei, gozei na boca dele. Os outros afastaram-se e ele veio subindo beijando meu corpo até chegar aos meus seios. Depois me levantou e me deu um abraço gostoso. Então deitou-se onde eu estava e pediu para eu sentar na rola dele. O que eu atendi prontamente, pois apesar de já ter gozado ainda queria ser penetrada. Ele puxou-me um pouco para cima dele de modo que o meu rabo ficou arrebitado para um dos outros.
Ele veio por trás passando o dedo no meu cuzinho, o que me fez sentir um arrepio gostoso, logo em seguida encostou a cabeça do seu membro no meu pequeno orifício e aos poucos enfiou ele até que sumisse por completo dentro de mim. Um outro ficou ao nosso lado e eu me contorci para poder preencher toda a minha boca com o membro dele enquanto continuava sendo penetrada por Paulo e Daniel (era o nome deles, vi saber depois).
Estávamos os quatro muito empolgados. Os meninos me fodiam fundo, César socava sua pica na minha boca, indo quase até a garganta e eu gemia feito uma gata no cio. César não agüentou mais e brindou-me com sua porra na minha cara. Quando Paulo viu essa cena, segurou-me pelo quadril e passou a foder-me num ritmo frenético.
Daniel o acompanhou na mesma cadência (eles tinham uma sincronia incrível), além disso, ele apertava os meus seios me deixando alucinada de tesão, o que me fez gozar mais uma vez. Com as contrações do meu gozo Daniel também atingiu seu ápice. Nossa! Que porra quente! Como é gostoso sentir uma pica vibrando na hora do orgasmo, melhor ainda é sentir aquilo jorrando dentro de mim! Daniel foi um pouco mais para adiante, onde ele e César começaram a se masturbar de frente para mim. Foi bom porque pude mudar de posição, pois já estava bem cansada. Foi aí que o Paulo me colocou de quatro e continuou a bombar no meu rabinho, enquanto suas mãos percorriam meu corpo, e sua boca sugava e mordia meu pescoço, não demorou, ele encheu meu cuzinho com seu leite quente.
Levantei-me e fui caminhando para o banheiro da academia, eles me acompanharam ainda estavam sedentos por sexo. Mas eu, apesar de ter adorado a seção de sexo, não tinha mais condição física para trepar. Falei isso para eles e eles concordaram, com a condição de um outro dia nós repetirmos o “treinamento”.
Em imagens, passo-a-passo do que aconteceu




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