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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Churras com a Professora

Havia muito tempo que não passava pela rua da minha antiga professora de inglês, Valéria uma mulata linda demais e que fazia 10 anos que não a via, desde que sai do ensino fundamental.

Em um dia qualquer estava chegando a um bar e reparei que ela estava sentada em uma mesa com algumas amigas, me aproximei e chamei por Valéria, ela olhou em minha direção meio assustada e quando viu me chamou de “Dédico” como todo mundo me chamava na época de escola. Ela se levantou me deu um abraço forte, um beijo no rosto e algumas poucas palavras no ouvido. Logo falei que não tinha mais 15 anos e poderia retribuir as palavras ditas com a atitude que ela pedia, ela logo falou que sabia bem o que estava falando. Foi então que ela agarrou minhas pernas com as duas mãos e foi subindo até a minha bunda e a apertou com força, fiquei tentando em beijá-la ali mesmo, mas estava com alguns amigos e uma amiga em especial. Então simplesmente trocamos números de celular, ela beijou o canto da minha boca e falou que iria me ligar, não acreditei muito pelo fato dela estar meio alta e fui me sentar com meus amigos que haviam ido comigo ao bar.

Algumas semanas depois recebo uma ligação dela me chamando para um churrasco que aconteceria em sua casa e que gostaria da minha companhia por lá, me prontifiquei a comparecer, peguei o endereço, me preparei e fui. Cheguei ao local e não havia movimento de pessoas na casa, liguei para ela e perguntei se estava rolando mesmo, ela foi até o portão me chamando para entrar e falou que a galera havia atrasado um pouco, pois iriam comprar algumas outras coisas que estavam faltando, mas que iria rolar a carne que havia falado no convite.

Conversamos sobre coisas aleatórias, fui meio ingênuo e não me toquei que ela queria algo mais de mim naquele dia. Então falei sobre o meu interesse nela quando estava na escola, prestava mais atenção nos peitos dela do que no verbo “to be” que mal aprendi. Ela sorriu pra mim e falou que usava algumas roupas para provocar os alunos, mas que nenhum deles tomou a atitude e que esperava que eu tomasse. Dei um sorriso meio sem jeito pela indireta, mas não me importei, estava adorando aquilo. Ela me ofereceu uma dose de vokda, adorei a ideia de beber um pouco e continuamos a conversar até que comecei a imaginar aqueles peitos grandes na minha boca, meu pau ficou duro na hora e acho que ela percebeu e já que estava sentada do meu lado tratou de logo passar a mão na minha perna até chegar nele.

Ela tirou meu cinto, colocou a mão por dentro da minha cueca box branca (não sei o porque coloquei logo a branca), pegou meu pau e começou bater uma punheta pra mim, estava ótimo, nunca pensei que iria realizar a fantasia de comer alguma professora e que seria logo a mais gostosa que tive. Meu pau com tesão estava cada vez mais duro e latejava na mão dela, eu queria muito um boquete daquela boca e ela atendeu o meu pensamento como se estivesse dentro dos meus pensamentos e desejos.



Ela chupava com maestria, mordiscava a cabecinha, colocava tudo na boca, chupava forte me arrancando suspiros e gemidos, lambia meu saco e apertava na medida certa. Ela ainda estava sentada ao meu lado até que levantou e ajoelhou na minha frente para continuar com aquele boquete maravilhoso. Ela tirou minha calça que estava na altura dos joelhos, colocou novamente meu pau todo na boca e lambia cada vez mais, eu já havia me entregue a aquele prazer, então não esperava mais nada só queria gozar naquela boca, ela começou a arranhar minha barriga, meu peito e pernas, cada vez que sentia suas unhas a marcar meu corpo, sentia espasmos de prazer, meu corpo tremia respondendo a cada estimulo, ela mordia, sugava, arranhava e olhava nos meus olhos com cara de safada, ela aproveitava cada situação. Fiquei de pé e peguei seus cabelos e forçava sua cabeça contra meu corpo fazendo meu pau entrar todo na sua boca, ela gostou da atitude e me chamava de aluno safado e que não esperava menos de mim.

Com essas palavras ditas por ela, fui me ajoelhando também e tirando minha camiseta e já pegando nos seus seios mesmo por dentro da blusinha frente única que fiz questão de desamarrar falando o que queria fazer com ela sussurrando no seu ouvido. Ela ficou louca de tesão e mordeu meu pescoço e depois orelha dizendo que eu poderia fazer o que quisesse com ela ali. Fui então deitando ela no chão da sala, beijando seu corpo, chupando seus seios, passando pelo umbiguinho com um piercing até chegar a saia que ainda vestia, não quis tirá-la naquele momento só subi para a cintura, mas o fio dental que usava tirei e abri suas pernas, mas não queria meter meu pau naquela hora, beijava seu corpo todo até chegar na sua buceta, quis chupar sua buceta para retribuir da melhor forma o prazer que senti.

Ela gemia a cada lambida que dava no seu grelinho, sugar com força até sentir seu corpo tremer de prazer, coloquei um dedo para ir estimulando sua buceta para receber meu pau, ela estava muito molhada e o gosto da sua buceta era delicioso, nunca havia chupado uma buceta tão boa quanto aquela. Ela gemia cada vez mais e me chamava de “aluno pervinho”, “meu melhor aluno” e eu achava engraçado o jeito que me chamava, mas não me importava, só queria sentir seu corpo junto do meu. Fui estimulando seu grelinho com a língua e polegar, ela gemia cada vez mais e seu corpo tremia com mais frequência, continuei e ela pedia mais e falava para não parar. Seu corpo estremeceu mais do que antes e ela gemeu alto. Foi o primeiro orgasmo do dia, seu gozo de prazer escorria pela minha boca, mas não queria parar de chupar sua buceta.



Continuei a chupá-la até me puxou pelos cabelos em direção a sua boca e me beijou afoita e diferente de outros beijos comuns. A Valéria já estava fora de si, me beijava e mordia meus lábios e sussurrou no meu ouvido que queria ser comida ali mesmo. Estava cada vez melhor e já não pensava no que iria acontecer depois, acho que o churrasco foi só o pretexto para acontecer tudo aquilo, já ninguém ligava ou dava sinal de vida e eu também não queria comer outra carne a não ser a dela. Não pensei duas vezes, ela ainda colocou meu pau na boca mais uma vez e me preparei para realizar a minha maior fantasia de criança, iria comer a minha professora.

Ali na sala mesmo deitados no chão – peguei o pano da mesa e forrei o chão – comecei a penetrá-la de vagar como alguém que vai deflorar uma virgem, a cada centímetro do pau que entrava ela suspirava e gemia de prazer de prazer, quando estava para meter tudo tirei e coloquei em uma única estocada ela gemeu alto e pedia mais forte, metia cada vez mais fundo naquela buceta tesuda e rosada, chupava seus peitos e ela vibrava de tesão e sussurrava seus desejos no meu ouvido me enchendo cada vez mais de tesão e vontade de realizá-los um por um naquele momento.

Ela me prendeu entre suas pernas me pedindo para meter cada vez mais fundo e forte, não queria outra coisa do que estar entre suas pernas, quanto mais eu metia nela mais ela gemia, arranhava minhas costas e pedia mais. Ela não era aquela pessoa que conheci, mas adorava esse lado da professora Valéria tarada que eu não conhecia.



Continuamos naquele frenesi louco até que ela me pediu para ser pega de quatro, estava adorando tudo e era a sua posição preferida. Fomos até o sofá que estava próximo, ela apoiou seu corpo nele e empinou aquela bunda para meu lado e deu umas reboladas como se me chamasse para penetrá-la daquela forma, fiquei pensando se metia no cuzinho dela ou se voltava a meter na buceta, mas não queria estragar a minha fantasia e fui para a buceta como se quem estivesse metendo pela primeira vez afoito por sentir meu pau sendo enterrado nela de quatro.

Peguei pela cintura e a comia com gosto, abria sua bunda e olhava para seu cuzinho com muita vontade de meter nele. Ela olhou para trás com um sorriso sacana no rosto como se aprovasse que eu metesse ali, mas que ficaria por minha conta fazer ou não.

Metia nela de quatro com muita força, enterrando meu pau inteiro na sua buceta, enquanto a comia coloquei o dedinho no cuzinho dela para ver qual seria a sua reação, mas ela não reclamou e gemeu quando fiz isso. A peguei pelos cabelos e puxei para trás para falar que queria muito comer sua bunda. Ela sorriu novamente e pediu que fizesse logo isso, pois queria sentir minha porra escorrer pelas suas pernas.

Com essas palavras sacanas aprovando nosso desejo, tirei meu pau da sua buceta, ela soltou um gemido baixinho e vi seu gozo escorrer pelas pernas, mas não havia percebido que teve outro orgasmo enquanto metia nela de quatro. Perguntei se ela queria ser comida em algum outro local da casa ou em alguma posição especial, mas ela só respondeu que a única coisa que queria era sentir meu pau afundando na sua bunda. Ela me deixava cada vez mais louco para meter e gozar sua bunda toda com essas palavras, já percebia que ela era uma mulher decidida e que não é do tipo que é obrigada a fazer o que não queria.

Deixei de conversa e a coloquei de quatro sobre o sofá para ficar mais confortável. Ela empinou novamente a bunda e rebolou só que desta vez houve o pedido para que fosse comida ali. Dei um tampa na bunda dela e ela empinou mais ainda e abria a bunda para eu ver aquele cuzinho piscando e pedindo pelo meu pau. Fui metendo aos poucos e ela contraia seu corpo com se estivesse sentindo dor, mas ela pedia cada vez mais, até que faltava pouco para entrar tudo e ela jogou seu corpo contra o meu fazendo entrar tudo de uma vez, me arrancando um gemido alto, mas que adorei aquilo. A segurava pela cintura e metia freneticamente dando bons tapas naquela bunda gostosa e boa de ser comida, ela gemia a cada investida minha e a cada tapa que eu dava pedia mais e isso me excitava.



Eu já queria gozar, mas continuava a meter, dar tapas, puxar seus cabelos e apertar seus peitos que estavam num vai e vem com os nossos movimentos. Já estava todo suado e não conseguia mais me segurar e sentia minhas pernas tremerem. Foi então que gozei, gozei muito, mas continuei metendo fundo até sentir meu pau ficando mole depois de toda essa excitação.

Quando tirei do seu cuzinho vi meu leite escorrendo pela suas pernas e ela sorriu novamente, mas já não era mais aquele sorriso sacana de antes, mas um sorriso de quem estava saciada, exausta e realizada. Ficamos ali estáticos, ofegantes e tocando o corpo um do outro, eu chupava seus peitos e ela tocava uma punheta pra mim.

Estava muito bom, mas já era tarde e foi então que ela me convidou para passar a noite com ela. Não preciso dizer nem o que rolou durante a noite toda ou preciso?

From: http://exvirgem.wordpress.com/2010/05/16/churras-com-a-professora/

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