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segunda-feira, 12 de julho de 2010

Da internet para o motel – Parte 1/3

A primeira chupada a gente não esquece

Um dia destes estava eu no MSN batendo papo com uma amiga minha, quando do nada aparece na tela um pedido de atenção de um cara que eu nunca vi, mas, pela quantidade de gente que eu tenho em meus contatos, a maioria não tenho a menor idéia de como e de onde surgiram na minha lista, mais enfim, decidi falar com ele.

Começamos a conversar eu perguntando de onde ele era e como foi parar nos meus contatos e ele fez a mesma pergunta, começamos a ri e a inventar histórias idiotas. Sabe que comecei a gostar do papo, enfim, naquele dia fui dormir rindo das bobagens.

No dia seguinte, entrei e la estava ele novamente, recomeçamos a conversar e pelas tantas da madrugada, começamos a falar um pouco de sacanagem e eu fui gostando do papo e começando a me interessar por aquele desconhecido.

Daqui a pouco, estávamos trocando fotos e quando eu o vi, me interessei na hora, era um moreno, com a cara mais sacana do mundo, daqueles que nós mulheres olhamos e pensamos na hora: esse cara não presta, e eu claro, gostei, só tinha um problema, parecia que ele era pelo menos uns 20 anos mais velho que eu o que no fundo nem era assim um problema, porque eu sempre me interessei por homens mais velhos.

Ficamos falando um tempão e ele pediu meu telefone e eu passei o meu telefone celular ele falou que ligava no outro dia porque estava muito tarde o que eu concordei.

Desliguei o computador, mas não consegui dormir, estava muito elétrica, havia aberto uma caixa escura e agora uma mistura de medo e tesão tomava conta de mim, como pude conhecer um cara na internet e já da o telefone, já pensou se fosse um louco ou aqueles caras que pegam as garotas da internet e somem com elas? Não sei, isso me dava medo e ao mesmo tempo me dava ainda mais tesão, não conseguia controlar.

Passei o dia seguinte todo com o coração acelerado, nem consegui comer e me concentrar nas coisas que eu fazia, na ânsia do telefone tocar e ao mesmo tempo rezando que não tocasse, vai entender essa minha cabeça doente.

Quando eu já estava quase enlouquecida, o telefone toca, era ele, meu coração parecia que ia sair pela boca ou que ia explodir de tanto bater, tentei manter a calma e fui falando, mas tava muito nervosa.

Começamos a falar, a voz dele era maravilhosa e foi me envolvendo com conversas bobas e ficamos falando durante muito tempo, ele então falou que precisávamos nos conhecer logo, que esse negócio de virtual não rolava muito não o que eu concordei, alias, acho que já estava concordando demais com aquele estranho.

Passamos mais duas semanas entre telefonemas e MSN até que depois de tanto ele insisti eu resolvi criar coragem e marcamos de nos encontrar, mas falei que íamos ficar perto do meu prédio e eu iria avisar duas amigas minhas para emergência que ficariam nos olhando de longe, ele caiu na risada, falando que eu tava mesmo com medo, mas falou que não tinha problema nenhum.

Marcamos três dias depois a noite, era uma quinta-feira as 19h, tudo escuro ele parou o carro no outro lado do meu prédio, avisei minhas amigas que foram lá e pegaram a placa do carro dele e ficaram longe só de olho.

Eu que já estava muito mal intencionada naquela noite, coloquei uma saia, daquelas com o tecido bem mole, uma blusa com decote em V em manga longa.

Ele nem saiu do carro e eu olhei para os lados para ver se fora as minhas amigas tinha outras pessoas olhando e entrei.

Ele estava de calça jeans e uma camiseta branca básica, ele realmente era bem mais velho que eu e tinha mesmo uma cara muito sacana e uma voz envolvente, começamos a conversar, mas o assunto não rolava, ai ele me puxou do nada e começou a me beijar e isso me deixou louca, tava esperando este momento há semanas, mas no carro não era nada confortável, começamos a nos beijar, muito atrapalhados, e ele começou a passar a mão em minhas pernas e toda vez que começava a subir eu tirava e ele parecia um polvo que tinha 10 mãos, me apertava, me envolvia e eu pronta para sentar no colo dele, esta hora, já via o volume em sua calça que parecia que ia estourar.

Depois de muito tempo de beijos, apertos e amassos, ele pegou a minha mão e começou a passar em cima do pau dele por cima da calça, no começo, fiquei meio sem jeito, mas depois de uns minutos, sentindo aquela coisa pulsando em minha mão e vendo ele enlouquecer, fui gostando e comecei a apertar e a passar a mão para cima e para baixo até o saco e subia novamente, ele ia a loucura.

Do nada ele tirar a minha mão de cima do pau dele e me empurra um pouco para trás e pede para me chupar e eu falei não. - você ta louco? Eu disse: - estamos no carro enfrente a meu prédio, se alguém me ver? Ele pareceu que nem me ouviu, começou a passar uma mão em minha perna e outra por dentro da minha blusa e apertando os meus peitos e me olhava com aquela cara de homem safado e começa a quase que implorar para me chupar e eu já estava derretendo de tanto tesão, na agüentei e cedi.


Ele tirou a minha calcinha abriu as minhas pernas e começou, primeiro lamber a minha buceta, passando a língua, para cima e para baixo, bem devagar, que tava tão molhada que escorria, ele ia lambendo, lambendo, depois começou a chupar meu grelo e a morder, eu pensei que ia morrer de tanto tesão, ele apertava a minha bunda enquanto me chupava, depois de uns bons minutos fazendo isso, ele me puxa me inclina um pouco mais, abre mais um pouco as minhas pernas e coloca toda a língua dentro de mim, começa a me foder com a língua, um pouco devagar, um pouco rápido eu fico segurando a cabeça dele gemendo alto a esta altura e ele começa a morder os lábios da minha buceta. Eu não agüento mais e gozo na boca dele.

Depois disso, nos arrumamos e ele pega a minha calcinha e fala que será o prêmio dele e fala: - agora você vai embora sem calcinha, porque eu preciso de algo seu ficar pensando em você até o nosso próximo encontro.


Continua...

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