Eu morava com uma tia minha porque meus pais eram do interior do Rio Grande do Sul e queriam que eu fosse para uma boa faculdade então me mandaram para para São Paulo morar com esta minha tia que se chamava Isaura.
Eu fui virgem até os meus 25 anos e acredite não foi porque não gostava de sexo não, eu era louca, via muita putaria na internet e uma vez até assistir o filme Caligula com uma amiga minha, sem contar que tinha um amigo e uma amiga que eram sacanas demais.
O medo de fazer algo e minha tia descobrir me deixava apavorada, sem contar que eu morria de medo também dos meus pais, já pensou em vez de voltar para casa formada em publicidade, voltar com um flho sem pai na barriga? Eles me matavam com certeza.
Fiquei com alguns caras passei uns apuros até conhecer o homem da minha vida e me entregar para ele e hoje sou feliz, mas, o pior ou o melhor momento da minha vida, até hoje não sei direito como definir, aconteceu quando minha tia teve que viajar para visitar um parente que morava em Sorocaba e me deixou sozinha em casa em um final de semana.
Chamei duas amigas e ficamos la na sexta conversando até tarde, bricando e lembrando de coisas engraçadas, no sábado acordamos cedo, arrumamos a casa e ficamos pensando para onde ir, no final do dia ainda não tinhamos ido para lugar nenhum e com fome decidimos sair para comprar mais porcarias para comer a noite.
Descemos compramos tudo quanto é tipo de coisas não recomendáveis para comer e quando voltávamos do minimercado perto de minha casa, encontramos uma amiga nossa a Elis e o seu primo, primo esse que sempre falavam que era um safado sem vergonha e isso só aumentava o conceito dele comigo (claro que tudo isso intimamente) eu inclusive já o havia beijado, mas fazia muito tempo, enfim, começamos a conversar e eu chamei os dois para subirem também, lá ficamos comendo conversando ouvindo musica.
Passado um tempo, as meninas, acho que já devidamente combinado, disseram que iriam comprar mais refrigerante porque a que tinha já estava acabando.
Eu fiz aquela cara de "o que está acontecendo" mas, fiquei na minha.
Enfim ficamos eu e o Léo, um clima esquisito encheu o meu quarto, um silêncio ensurdecedor e assim ficamos, então do nada ele levantou e foi saindo do meu quarto e eu fiquei lá muda com cara de perdida sem entender nada.
Descobri logo em seguida que ele foi apenas fechar a porta, virou e falou: - fui fechar a porta não queremos ser incomodados não é mesmo?
- Eu gelei na hora, acho que gaguejei alguma coisa, mas, sei que não tinha nexo.
-Ele veio em minha direção, me olhando nos olhos e eu tremia.
Ele entao perguntou: - está com medo? È só para conversarmos melhor.
Chegou perto da minha boca e deu um beijo bem leve, com os lábios umidos e uma respiração profunda.
Eu estava sentada na minha cama e ele em pé, curvado me beijando levemente e passando a mão em minha nuca, eu estava me desmanchando e tremia ao mesmo tempo.
Ele sentou na cama ao meu lado e me virou para o lado dele e foi aumentando a intensidade dos beijos e passava a lingua nos meus labios e mordia as vezes fortes as vezes bem devagar e eu comecei a apertar os braços dele, daqui a pouco sem perceber eu já estava sentada no colo dele e fazendo movimentos de subir e descer com roupa, me esfregava o mais forte que eu podia para sentir o seu pau, duro como uma pedra.
Ele levantou a minha blusa e começou a beijar o meu pescoço e começou a mamar os meus peitos e apertava as minhas costas passando as unas e apertava e descia até a minha bunda, apertava e começava novamente.
Depois de algum tempo mamando desesperadamente e eu ainda no seu colo me contorcendo toda para sentir cada vez mais o seu pau se esfregando em mim, ele tirou de vez a minha blusa e o meu sutiã e começou a morder os bicos dos meus peitos e eu sentia dor e tesão ao mesmo tempo.
Eu estava com uma calça de moleton, que eu havia dormido e ficado com ela o dia inteiro, ele rapidamente soube como se livrar dela, arrancou rapidamente e me deixou apenas de calcinha e em seguida tirou a sua calça jeans e a cueca, deixando a mostra um mastro duro, com uma cabeça grande e vermelha que dava medo, eu não tinha muita experiencia e os pintos que eu vi foi de longe e na maioria das vezes sem querer e dominava tudo quando é tipo de putaria, mas apenas virtual, na internet tava até cansada de ver todos os tamanhos e cores de pinto, mas assim, perto de mim, todo meu NUNCA. Isso me exitou ainda mais.
Ele me pegou e de calcinha ainda me pós no colo dele novamente, eu fiquei louca, tava sentindo ele roçar na minha buceta, duro, muito duro ele começou a forçar por cima da minha calcinha mesmo enquanto me beijava, mordia e me apertava, parecia um polvo com 10 mãos e eu gemia, enlouquecida e ele apertava a minha bunda por dentro da minha calcinha e falava sacanagem no meu ouvido e falava que ia me fuder sem dor, que me faria gozar sem parar e eu sentia aquela coisa toda e já não aquentava mais.
Ele então me tirou do colo, baixou a minha calcinha e pediu para e deitar na cama, ai eu falei: - Léo, não posso ir até o fim, tenho medo de algo der errado e a gente não segurar e eu ficar grávida, não posso fazer isso.
- Ele falou, tudo bem
Me puxou e começou a me beijar novamente aumentou a intensidade de suas mãos na minha bunda. Ele tava louco de tesão e o pior eu tambem.
Ele entao falou no meu ouvido: - deixa eu comer a sua bunda então, você vai gostar e não tem perigo.
Eu fiquei muda e acho que ele entendeu que era um sim, me virou de costa e começou a roçar o seu pau, mais duro que nunca e ia passando no meio da minha bunda e eu fui aumentando o tesão e comecei a me mexer meio sem noção do que eu tava fazendo enquando ele passava ao mesmo tempo uma mão nos meus peitos e a outra ia passando em minha buceta virgem e eu pedia para não enfiar o dedo que doia, e ele fica apertando e passando a mão e continuava a passar o pau no meio da minha bunca.
Ele me abaixou para o nível da cama de costa e falou: - relaxa que eu só vou brincar
Fiquei quase de quadro e ele começou a passar a cabeça grande que agora já era gigante bem no meu cu, apertado e tambem virgem e tantava colocar bem devagarinho e todas as vezes que ele forçava um pouquinho eu sentia uma dor que parecia que ia desmaiar.
Ele parou um pouco, cuspiu na mão e começou a lubrificar a cabeça do pau e recomeçou, ele então fez força e enfiou acho que toda a mostruosa cabeça do pau no meu cu, eu na hora dei um grito muito alto de dor e cai para frente na cama e perdi todo o tesão que tava sentindo de tanta dor. Escorria lagrimas dos meus olhos e eu falei para ele: - desculpa Léo, a brincadeira acabou.
Ele ficou louco, não perai, deixa eu apenas me esfregar em voce, disse isso e me abraçou e começou a me beijar, mas eu já não tava mais no clima.
Ele falou: - então pelo menos bate uma para mim:
Isso eu não poderia negar, peguei o pau dele e comecei a bater, era gostoso sentir uma coisa daquela na mão, comecei a bater, uma hora rápido outra mais devagar e aquela coisa ia pulsando em minha mão e ele uivava de tesão e começou a pedir para eu colocar a boca, mas eu sinceramente tinha muito nojo, nem me imaginava com aquele troço na boca e ainda nem sabia se ia caber aquela cabeça dentro da minha boca, fiz a primeira tentativa, coloquei a ponta da lingua, um gosto estranho e salgado veio em minha boca e ele quando me viu aproximando mais que depressa empurrou a minha cabeça em direção ao seu pau, eu tentei outras vezes mas não conseguia chupar, não tinha coragem, comecei a cuspir e a bater mais rápido para ele gozar logo e acabar com aquilo de uma vez.
Depois de um tempo ele começou a gritar e a gemer alto falando que ia gozar e que ia gozar nos meus peitos e eu fui aumentando a velocidade da mão e ele soltou o primeiro jato de porra, bateu no meu peito, rosto, boca, cabelo e em tudo quando era parte do meu corpo e quarto, aquilo não parava nunca, ele gozou uns tres litros de porra e sujou tudo, me sujou inteira, sujou o chão, minha cama, era porra para tudo quando era lado e eu ali, continuei a brincar e daqui a pouco o mastro foi perdendo vida e ficou pindurado bem na minha frente e eu pensei, comigo, ainda bem que toda esta porra não foi dentro de mim, senão eu teria trigemeos.
Passado todos estes anos, até hoje me pego a pensar naquele dia.
By Mat



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