Estranho, de todos os destinos que tinha visualizado para mim, este não tinha sido um deles.
A morte, sim, tinha visto minha morte cem vezes... por disparos dos piratas, os mercenários ou traficantes de armas, explodindo em diminutas partículas meu navio patrulha por algum inimigo afortunado, esfaqueada por um prisioneiro fugitivo. Inclusive, os sucessos produzidos recentemente, liquidados por mim. Mas nunca isto.
O leiloeiro apertou um de meus mamilos e o retorceu cruelmente. Não lhe dava o gosto de fazer uma careta de desagrado.
— Faz um mês ela era a Capitana Dulce Kinkaid da Patrulha... mas isso foi antes de que fosse declarada culpada de aceitar subornos pelos mesmos piratas a que lhe correspondia caçar —Ele me olhou com lasciva, sua redonda cara mostrando malevolência.— Qual de vós cavalheiros quer ser o que a castigue por seus delitos?
Agarrando meu braço, ele me fez girar ao redor, logo apanhou a correia que pendurava de meu pescoço e a sacudiu com força, arrastando minha cabeça para baixo.
— Simplesmente olhe essa bunda, homem — E passou sua gorda mão sobre ela.— Vê que redonda e firme é. E pálida. Está pedindo uns açoites verdade? Implora por ser açoitada até que peça aos gritos perdão — Grosseiramente, ele agarrou minha bunda e observou lascivamente — logo, quando estiver pronta e estiver rogando para pararmos de açoita-la, poderemos utilizar este sexo apertado e gostoso, ou talvez este pequeno ânus rosado para mostra-le como nunca mais ser uma vadia traidora.
Continua...



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