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sexta-feira, 23 de abril de 2010

A virgem - outro conto de outro mundo

† A virgem

Sharon já passava dos vinte e um anos. Apesar de toda sua juventude e beleza, tinha algo que a diferenciava de todas as outras garotas: ela ainda tinha um hímem intocado, ou seja, ainda era completamente virgem!

Era o suficiente para atrair atenção e desejo, pois nunca fez força nenhuma para esconder sua condição. Só que estava começando a se cansar da situação. Sempre sonhou com o príncipe encantado, e com sua primeira vez. Tinha plena consciência que eram apenas delírios de uma inocente, afinal todas suas amigas já tinham transado e narrado que tudo era suado, desconfortável e dolorido.

Mas era exatamente isso que a incomodava. Queria ser desejada. Queria ser fodida, qual o problema? Cuidava de si mesma, e era adepta da masturbação. Quando sentia vontade, geralmente nos dias quentes, durante as tardes ou madrugadas solitárias, ela não tinha pudor. E nesses momentos, se entregava a homens imaginários, verdadeiros príncipes, que na sua concepção sabia que não existiam.

Apesar de não dispensar o contato de sua carne eternamente quente e latejante de desejo com o frio mármore do banheiro, um contraste que achava delicioso, ela preferia o calor e a cumplicidade de sua cama. Embaixo dos lençóis, se entregava totalmente, dedilhava o clitóris às vezes com fúria, irritada por na verdade desejar uma penetração. Nunca colocava o dedo dentro de si, pois às vezes suas masturbadas eram tão vigorosas, que corria sério risco de romper o que andou guardando por tanto tempo: o precioso hímem.

Quantas vezes não pensou, até que enfim um dia entrou num sex-shop, bem longe de sua vizinhança, por sinal, e comprou um belo, grande e quase realístico vibrador. Quantas vezes não gozou simplesmente por segurar o poderoso instrumento, que tremia em seus dedos? Ela o imaginava entre suas coxas, dentro de si, mas não podia, nem se permitia. Imagine, perder a virgindade para um pênis artificial? "Quá-quá! Sharon, você é uma piada..."

Foi quando começou a sonhar com algo que pulava sua janela. Sonhos confusos, estranhos, mas que com o passar dos dias começaram a tomar forma. O rosto! Podia ver o rosto, mas estranhamente não conseguia se lembrar a quem pertencia, não conseguia de maneira alguma ligar o nome à pessoa. Sonhava com sexo selvagem. Acordava cada manhã mais úmida, como nunca antes.

Só foi saber quem era o rosto nos seus sonhos tempos depois, numa noite em que foi enfim conhecer a casa noturna Devil´s Whorehouse. Conhecia a fama. Diziam ser um lugar estilo depravado-chique. Mas não foi o que ela viu. Pelo menos, não enxergou assim. Via sexo em cada homem que cruzava com ela pela pista de dança, até nas moças, beldades em couro que circulavam por ali. Como queria ser uma anônima na noite, não foi acompanhada, nem mesmo por suas amigas. Quando viu Lucius, e o reconheceu, seus sonhos se tornaram dramaticamente reais. E ela soube, de alguma maneira, que era com o gosto dele que acordava nos lábios!

Não trocaram palavras, nem cumprimentos, foi como da primeira vez, e tudo muito rápido. Ela o convidou para sua casa. Pouco mais de uma hora depois de ter passado pela entrada do Devil´s, Sharon já estava deitada em sua cama, e Lucius mamava vigorosamente em seus seios. Brincava com o elástico de sua calcinha, puxando de leve, e o arranhar do tecido em seu clitóris, junto com a ligeira idéia de ser possuída por aquele estranho fizeram a mulher contorcer e gemer, enquanto suas carnes soltaram um líquido abundante, onde ele molhou os dedos, levando à boca, lambendo como se provasse algum néctar divino.

Olhava de uma maneira inexplicável para ela, como se despisse não só as roupas, mas sua própria alma e essência. Sharon sentia-se pequena, frágil e indefesa com aquele olhar faiscante, safado e cheio de malícia. Viu seus lábios mexerem, e ela ouviu em sua mente:

-Tome. Sei o quanto você quer isso.

Sharon engoliu com uma vontade impressionante. Parecia ser vital. Não sabia como proceder, tentava se lembrar dos vários filmes pornôs que assistira, mas sua mente esvaziou. Nada correspondia à textura, nem ao gosto. Enfim, lambeu, chupou, tentou engolir a fundo, e...

-Você já esteve em meu quarto antes, Lucius? - perguntou arfando, enquanto enfiava na boca com uma gula incrível.

Ele respondeu com um suspiro, e ela apertou os dedos ao redor de seu membro.

-Você já esteve em minha boca antes, não?

-E você adorou. - ele disse, despreocupadamente.

Sharon já sabia a resposta antes mesmo de perguntar. Aliás, lá mesmo na casa noturna já sabia. Então segurou firme as coxas dele, e o puxou, sentindo até onde conseguia a carne dura e latejante penetrar sua boca.

-Qual o gosto? O que sentia pelas manhãs...?

Ela nunca soube definir, mas quando Lucius perguntou, parou de mamar e olhando para seu amante, respondeu, com a voz embargada de tesão:

-É delicioso... Meio amargo no final, mas se sabe realmente o quanto esperei por isso, você também sabe o que fazer.

Não foi preciso muito tempo, e ele gozou em enorme quantidade, enchendo a boquinha de sua vítima, tanto que ela acabou engasgando um pouco, e escapou também em seu rosto.

-Que delícia... Quero mais, muito mais!

A noite foi quente e suada, como ela sempre quis. Perdeu enfim a virgindade, sentiu dor e sangrou apenas um pouquinho, quando seu hímem enfim se rompeu. Estava tão extasiada, que se permitiu literalmente ser inundada de porra. Lucius gozou duas vezes seguidas dentro dela. Fizeram uma silenciosa pausa, mas a ex-virgem queria continuar... Sempre sonhava em ficar de quatro para um homem, e queria tudo em sua primeira noite. Lucius penetrava com força, segurando Sharon pelos cabelos. Ela ligeiramente arqueava as costas, e não gemia. Gritava. Coisas sem nexo, às vezes pedidos, às vezes palavrões e às vezes confissões de uma menininha que descobria o sexo...

Quando Lucius desabou na cama, ela quis cavalgá-lo. Sentou-se, e sentiu a mais profunda penetração daquela noite. Sorriu, e começou ligeiros movimentos. Leves, depois com as mãos dele na cintura, cadenciando, ela foi se empolgando, mais e mais. Enquanto ele chupava seus seios, mordiscando os mamilos, Sharon perguntou:

-Como era?

-Mmm? - ele pareceu não entender.

-Como gozava em minha boca? Como fazia?

Lucius olhou para ela, e começou a contar, sentindo leves contrações vaginais lhe apertando, enquanto falava...

-Eu pulava a janela. Coisa fácil para mim. Você tem o sono pesado. Seu tesão é tão evidente que eu apenas passava meu pau nos seus lábios, e você prontamente chupava. Não era preciso muita coisa, você é muito safada. E nunca acordou.

Ela gemeu, e se contorceu. Fez a cara mais safada, que parecia ter guardado para essa ocasião. Ele continuou falando, enquanto sentia as carnes quentinhas dela envolvendo seu membro.

-Mas às vezes eu já chegava excitado, e muito duro aqui. E nessas noites você parecia gostar ainda mais, sua gostosa!

Dizendo isso, ele puxou forte os cabelos da menina agora mulher, que em minutos ficou tão louca que literalmente pulava em cima do cacete. Gozou mais uma vez, sentindo Lucius bater fundo dentro dela, e outra vez quando sentiu seu primeiro macho inundar suas entranhas pela terceira vez...

Ela acordou feliz pela manhã, mesmo quando viu que ele não estava ao seu lado na cama. Mas Sharon estava radiante. O mundo tinha mais cores e cheiros agora. Espreguiçou-se longamente, pensando em cada detalhe de sua primeira vez. "Demorou, mas foi em grande estilo. Quantas garotas podem dizer isso?"

Foram dias de alegria, mas que infelizmente passaram. Após algum tempo de namoro firme com Lucius, apesar de perceber algumas estranhezas nele, seu mundo simplesmente desabou após uma consulta de rotina:

-Você está grávida.

Ela não sabia se estava feliz ou triste. Mas estava preocupada. Ser mãe? Estava pronta? E por que não estaria? Sempre foi responsável, mas e Lucius? Quantas vezes ele não esporrou, inundando seu útero? Era proposital? Será que queria um filho?

Na verdade, Lucius raramente a visitava durante o dia. Ela não reparava muito pois era muito ocupada, então lhe reservava sua cama todas as noites, apesar de que em algumas ele simplesmente não aparecia.

Mas aquela seria uma noite diferente. Tinha uma notícia muito especial a ser dada. Comprou uma garrafa de Absinto, "La Fée Verte", a fada verde, como disse a mulher que lhe vendeu. Preparou todo o clima, jantar à luz de velas, vestiu-se com o melhor modelito de seu guarda-roupa sofisticado, e aguardou.

Lucius demorou. Chegou por volta das 22 horas, e estranhou a produção toda. Mas gostou, e também gostava da presença dela. Eram opostos, mundos diferentes, mas ainda assim sentia-se atraído por Sharon, não que fosse difícil negar os encantos daquela linda jovem, mas às vezes sentia que seu sentimento era induzido, ou superficial, não era verdadeiro...

-Tenho algo para lhe dizer, meu querido. Está feliz de estar aqui comigo?

-Sim, e muito. Você é tão especial que só penso em estar ao seu lado.

-Não sei fazer cerimônia, então direi sem enrolar: Estou grávida!

Lucius cambaleou na cadeira. De repente, como se um véu caísse, descobrindo seus olhos vendados há tempos, ele sorriu, puxou e beijou a mão dela por sobre a mesa. "Que notícia maravilhosa, querida. Nosso bebê!"

-Vamos brindar? - ela perguntou, balançando a exótica garrafa verde.

-Absinto? Uau! Segundo a bartender do pub onde trabalho, o Devil´s Whorehouse, essa bebida tem altíssima graduação alcoólica, algo em torno de 68 graus, mas é uma delícia!

-A moça que me vendeu essa garrafa cobrou muito caro, pois segundo ela isso aqui é proibido na Europa quase toda.

Beberam, esperando ansiosamente os efeitos da green fairy. Beijaram-se como nunca, e ela sentiu uma incontrolável vontade de trepar ali na mesa mesmo, sendo banhada pela rara bebida e depois sorvida por seu macho, o futuro pai de sua criança. Ele percebeu e se aproximou, parando ao lado dela.

-Eu quero sentir seu gosto. - disse, descendo desajeitadamente as calças dele.

-Você está bêbada já, sua safadinha! - ele riu, ajudando as mãos ávidas e apressadas.

-Sim, e com isso você vai sentir a chupada mais gostosa de sua vida. - disse, ajeitando-se na cadeira.

Realmente. Ela caprichou. Lucius gozou rapidamente, tal era a sede de sua amante. Ela não o deixou amolecido por muito tempo. Provou mais um gole da bebida, e voltou a chupar. Em segundos ele já fodia com força a boca faminta de Sharon. Segurava a cabeça e de vez em quando puxava-lhe os cabelos. Quando estava quase gozando novamente, escutou:

-Chega.

O casal se assustou com a voz, e mais ainda com o tom de comando dela. Sharon parou de mamar, e olhou confusa para os lados, procurando quem dissera aquilo. Seus cabelos estavam despenteados e a primeira esporrada de Lucius ainda estava fresca em seu rosto. As bolas do saco dele estavam vermelhas, marcadas pelo seu batom, assim com todo o pau e a glande também. Confusa, olhou para cima.

Ficou assustada com o olhar de Lucius, fixo para uma das paredes. Ela instintivamente olhou para trás também, e quase morreu de susto!

Parado, num canto escuro, onde a luz tênue das velas se recusava a chegar, estava um homem forte, de olhos brilhantes, encarando os dois.

Sharon entrou em pânico, sem saber o que fazer, encolheu-se na cadeira. Piorou a sensação quando viu que Lucius tremia, olhando temerosamente para a figura musculosa que sorria, e lhes disse, usando um tom de zombaria como que querendo quebrar a tensão:

-Gelo. Vocês tinham que experimentar com gelo, meus caros pombinhos da luxúria. Sirva e aí observem enquanto a forte tonalidade verde do Absinto vai se desbotando à medida em que o gelo derrete.

Silêncio. Apenas a respiração ofegante de Sharon.

-Eu acrescentaria ainda um torrão de açúcar, sabe? Apreciaria como nos cafés da Provence, e me sentiria em Paris, no início do século, Lucas.

-Por que ele te chama assim? Quem é esse homem, Lucius?

-Lucius? - resmungou a figura sombria - Ah, sim, claro. Quando o fiz meu escravo, tirei seu nome mortal, Lucas, e lhe dei um nome mais apropriado. Agora ele me pertence.

Lucius quis correr. Conhecia a fúria de Sammael, seu mestre...

-Sou seu dono. E digo que seu tempo acabou, lacaio.

Sharon não entendeu nada. Apenas gritou e caiu no solo quando seu amante foi erguido no ar como um boneco, e literalmente rasgado ao meio, pintando toda a mesa e o chão, incluindo ela, de vermelho-sangue.

-Oh, meu Deus, o que você quer? Não me machuque!

-Pense, cadelinha. Poderia ser pior, eu poderia tê-lo matado minutos atrás, enquanto ele estava despejando porra na sua boca. Acho que não seria uma sensação muito agradável. - ele dizia isso enquanto bebia o sangue do cadáver mutilado de Lucius, e sua boca fazia um barulho irritante e obsceno.

Sharon tinha muito autocontrole, apesar de não se aplicar naquela circunstância, mas criou coragem e perguntou quem era Lucius/Lucas.

-Meu servo. Ele não era humano, caso você não tenha percebido. Mas também não é vampiro, como eu sou. E não me olhe com essa cara incrédula de "Dããã, vampiros não existem", pois existimos e cá estou eu.

Ela tentava em vão limpar sua pele, pois teve medo de que Sammael começasse a ter idéias com a visão de seu corpo coberto de sangue. "Por que você o matou?"

-Ele serviu aos propósitos. Não tinha mais utilidade, e também nunca fui com a cara dele. - respondeu, ao mesmo tempo em que juntava os pedaços de seu ex-servo num canto.

Sharon ia perguntar o que ele, um vampiro poderoso e cruel, queria dela, mas teve medo da resposta. Quando ele parou de mexer nos restos de Lucius, e a encarou, ela chorou:

-Por que eu? Sou uma mulher decente. Perdi a virgindade somente dia desses.

-Você? Me desculpe, mas conheço prostitutas mais decentes que você. Putas que se deitam apenas para levar alimento para seus filhos. Mas você? Procurava por sexo com ânsia e luxúria sem medidas!

-Você não me conhece, como pode dizer essas coisas?

-Nós vampiros não atacamos uma vítima à toa. Sabe, existem pessoas que carregam uma marca quase visível, que nos atrai. É como se o sangue fosse mais quente, saboroso. Não consigo explicar. Até atacamos mocinhas incautas, inocentes sim... mas apenas por diversão, simples prazer em corromper.

Sharon ficou quieta.

-Mas existem pessoas como você, que transpiram sexo. Cheiram à pecado. É quase palpável, e nós vampiros percebemos esse "cheiro" nos humanos. E o seu era tão forte que até mesmo meu servo, que é apenas meio-vampiro, sentiu e te desejou.

Ela criou coragem enfim de perguntar: "O que quer de mim?"

Sammael chegou bem perto, observando a respiração dela se tornando difícil e ofegante, travada pelo medo, e encarou o olhar choroso:

-Você carrega algo precioso. Algo que eu quero. Sou um filho das trevas e destruição, e por isso não sou capaz de criar vida, mas meu servo foi. E agora, sua criança tem a semente vampírica. Um pouco do meu sangue está nele.

Sharon tremeu visivelmente e não fez mais força alguma para conter o choro.

-Shhh, calma. Você carrega um bebê saudável aí dentro - continuou, apalpando a barriga dela - que apenas tem um pouco de vampiro. E eu tenho interesse nele. Que tipo de criaturinha nascerá? - andou para longe de Sharon, gesticulando, empolgado.

-Espere. O feto já está desenvolvido? - parou, de repente.

Ela balançou a cabeça, afirmativamente.

-Então se eu o matar, ele vai se tornar um vampiro, em seu ventre, antes mesmo de nascer!

Sharon começou a gritar quando Sammael a agarrou e a jogou na cama. O terror dela era tamanho, que simplesmente não conseguiu hipnotizá-la. Então apelou para o Absinto, e a forçou tomar a garrafa toda. Apenas teve medo de induzir um coma alcoólico, pois queria e precisava dela viva.

-Essa diabólica infusão de ervas, a Artemisia Absinthum, em sua forma original era capaz de causar até mesmo a morte, sabia? - disse calmamente o vampiro, enquanto despejava o conteúdo da garrafa esverdeada.

A mulher, muito bêbada, só sentiu suas pernas sendo afastadas. Sammael tirou sua calcinha, e ela percebeu que fazia algo em suas entranhas. Estranhamente, não doeu.

Não fisicamente, pois com a última gota de sobriedade, ela percebeu que o vampiro estava matando sua criança. Então doeu e Sharon gritou.

-Venha, eu te levarei para seu novo lar... - foi o que ela ouviu em meio aos próprios gritos - Será uma cobaia minha, dia e noite sendo vampirizada pelo próprio ventre.

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Quando acordou novamente, Sharon não conseguia se lembrar de muita coisa, e sua cabeça doía de ressaca. Estava num quarto esquisito, todo forrado de preto e decoração em couro. Sentiu o cheiro de Sammael ali, e começou lentamente a se lembrar dos fatos.

Sentada na cama, desperta, sua mente se recusava a acreditar em tudo o que tinha acontecido. Ela ainda estava grávida, e nasceria um lindo bebê. Claro que nasceria.

-Calma criança. Mamãe vai cuidar de você. - disse calmamente, ainda com a mão na barriga, massageando e confortando.

Mas o que sentiu foi uma dor aguda, uma pontada muito forte. Podia jurar que estava sendo mordida por dentro. E seu sangue escorreu abundante pelas coxas...

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From.:http://www.sistinas.kit.net/a_virgem.html












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