O que vou contar aqui aconteceu no final de 1997, no jardim atrás do colégio. Um sabádo depois da prova de Matemática, fui passar algum tempo no jardim do colégio. Sentia-me cansada e preocupada e não queria ir para casa , pois o fim do ano estava próximo e eu precisava passar para poder fazer vestibular e a prova daquele dia seria decisiva para minhas pretensões. Como o local estava deserto, coloquei os livros, cadernos e a bolsa sobre o banco e deitei-me apoiando a cabeça neles.
Distraidamente, peguei no sono. Acordei assustada, com meu professor de Matemática passando a mão, sem a maior cerimônia, entre minhas pernas e eu fiquei em choque mas não lhe disse nada, fiquei olhando bem nos olhos deles para ver até onde ele iria.
Ele sempre foi carrancudo, cara fechada sem muito papo, mas tenho que admitir, era bem gostoso professor. Para falar verdade eu sonhei muitas vezes com esse momento, as vezes nem conseguia se concentrar nas aulas e ali, naquele momento, eu iria à forra, mas, aproveitei a oportunidade e falei que ele teria de me ajudar na prova com as minhas notas finais, pois minha mãe não iria pagar mais um ano se eu repetisse novamente.
"Tudo bem faço o que você quiser", ele prometeu. Saímos dali e fomos direto a uma sala abandonada que havia no colégio e onde colocava os materiais que não usavam. Chegando lá ele me colocou em cima de uma daquelas carteiras, levantou a minha caia de estudante e começou a me chupar loucamente e enquanto isso ia rapidamente tirando a camisa e calça. Quando ele parou de me chupar e ficou em pé em minha frente pude ver, uma coisa vermelha e grossa e eu fiquei paralisada, ele então, me puxou um pouco para frente na carteira mesmo, me levantou um pouco e Introduziu tudo numa só estocada, parecia que me desejava feito um animal, faziamos tudo rapidamente.
Trancei as pernas em suas costas e ele passou a me penetrar com vontade. Não estava mais preocupada com trato algum, passar ou não em matemática, só queria aproveitar mais e mais aquela rola grossa gostosa. Foi uma loucura. Eu tinha um orgasmo atrás do outro. Ficamos mexendo alucinadamente até ele gozar e após o gozo, ele deixou a pica descansando dentro de minha boceta. Quando o cacete amoleceu e saiu naturalmente de minha buceta, ele passou a chupar meus seios, desceu pelo ventre, foi para os meios das coxas e parou sobre minha boceta. Chupou, lambeu, e mordiscou minha xana.
Que delícia! Eu tremia e me contorcia toda. Gozei até não aguentar mais. Resolvi ir além de nosso acordo e retribuí-lhe com uma bela mamada em seu mastro. Com a pica em riste, ele me desceu da carteira e me pós de quatro segurando na mesa. Percebi sua intenção e argumentei que a bundinha não fazia parte do nosso trato. Mas ele me convenceu dizendo que, se eu quisesse ser aprovada, teria de fazer tudo o que ele pedisse. Muito mais curiosa e excitada do que resignada, pois até então nunca tinha dado o rabo, acabei cedendo.
Ele lubrificou o seu caralho com saliva e foi metendo devagarinho em meu cuzinho. Eu soltava gemidos abafados de dor, mordia os lábios, pensava em desistir, pois o professor estava me rasgando toda e pouco antes da alojar a ferramenta todinha em mim, ele parou. Com a dor se misturando ao prazer, eu já estava querendo mais. Rebolei e pressionei a bunda com força para trás, a tora sumiu dentro de mim. Que dor, que prazer, que sensação maravilhosa dar a bunda!!! Enquanto me enrabava, meu professor de sexo acariciava os biquinhos dos seios com uma das mãos e, com a outra, meu grelo. Como era delicioso dar o cú! Era incrível ter aquela rola grande e grossa atolada inteira no meu cú.
O meu professor começou a mexer devagarinho, tirava quase tudo e depois enfiava, eu queria mais e mais e apertava meu cuzinho contra o caralho dele. Ai que tesão, gozei feito louca ele então inundou meu rabo com sua porra espessa e quente.
Ficamos algum tempo, parados, o professor abraçando-me por trás.
Satisfeito, ele sussurrou carinhosamente que eu acabava de ser aprovada no sexo e na matemática. Eu nem lembrava mais que estava fazendo aquilo para ser aprovada e prestar vestibular.
Mas tinha valido a pena. Embora eu nem conseguisse mais andar direito.
terça-feira, 23 de março de 2010
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